Eu achei que setembro tinha sido um mês parado, mas outubro foi muito MUITO mais. Explico o porquê logo depois das diversas coisas que vi na TV! E, se antes eu estava assustada em como o ano tinha passado rápido, agora eu não vejo a hora de ele terminar. Mesmo sabendo que nada vai mudar em 1/1/21.
Comecei a escrever este post em junho e não consegui terminar. Voltava, arrumava ou incluÃa uma coisinha ou outra e desistia de novo. Será que era o inferno astral? Eu tinha perdido o jeito para escrever? Tinha perdido a motivação? Dias antes do fim do mês perdemos uma pessoa. Não a conhecÃamos pessoalmente, mas ela estava prestes a se tornar oficialmente da famÃlia. E as perdas colocam tudo em perspectiva. Como a vida é frágil. Como a vida é breve. Ela só viveu metade dos anos que eu vivi. Quantos mais será que eu vou viver? E no final de julho mais um susto, ou quatro. Agora o oposto. Eles já viveram quase três vezes o que eu vivi. Continuam vivos, mas já não estão mais vivendo. E quem consegue escrever sobre séries, comidas e makes enquanto está pensando na vida e na morte? Não sei se consigo, mas sigo tentando.
Quando será que a minha famÃlia vai parar de inventar viagem de última hora? Não que eu esteja reclamando, mas eu gosto muito mais de uma viagem planejadinha com antecedência. Faz até parecer que as férias duraram mais! Desta vez fomos passar o fim de ano em Florianópolis, Santa Catarina. Reservamos o hotel em 19/12 e ficamos lá de 26/12 a 2/1.
Eu queria muito ser aquela pessoa que vai viajar e não se importa de ficar em um hotel meia boca, afinal, uma cama e um chuveiro são mais que necessários, né? Mas eu não sou assim. Sou Fresca com F maiúsculo. Nada de dividir quarto ou banheiro com desconhecidos. Nada de banheiro nojento, carpete fedido e colchão duvidoso. Prefiro hotéis mais novos ou recentemente reformados, com cara de limpinho. Mesmo que tenha que ir para uma região não tão central e tenha que cortar os gastos com alimentação e compritchas. Prioridades, né? E os que as atendeu em Paris foi o Hotel Best Western La Demeure.
Quando eu descubro que vou viajar, uma das primeiras coisas que vêm à minha cabeça é COMIDA! Não que eu seja muito aberta a experimentação nesta área, mas sempre tem alguma comida do destino que me faz salivar. No caso da França, croissants, crépes, batata frita (as french fries não são francesas mas as de lá são bem famosinhas) e rabanada (a tal da french toast é tão francesa quanto nosso pão francês) eram os que eu mais desejava. Nada de scargot, tartare e foie gras para mim.
Seria eu uma das únicas pessoas que não teve vontade de ir a Disney quando criança? Eu não curtia TV (preferia brincar), então nunca fui muito ligada nos desenhos e filmes da Disney. A vontade só veio aos 16 anos, quando minha irmã voltou do intercâmbio. Ela foi duas vezes à Disney durante os meses que passou lá e uma dessas foi a formatura dela, com direito a show do Simple Plan! Isso rendeu um álbum maravilhoso de Scrapbooking que me fez querer ir correndo para Orlando!
Eu nunca tinha ouvido falar de Giverny. Mas minha amiga indicou quando pedi dicas para a viagem e também logo vi no Spicy Vanilla, o blog de viagem da Cinthia Ferreira. Para quem também não sabe, Giverny é o vilarejo onde Monet construiu sua casa, plantou seu jardim japonês e se inspirou para pintar muitos quadros. E este lugar virou a Fondation Claude Monet!
Para dar um descanso dos posts de passeios (ainda vou escrever sobre Giverny e Disney), hoje tem dicas de comprinhas em Paris! Minha primeira sugestão é ver antes suas lojas de interesse e comparar com os preços daqui (coloquei os links das lojas para facilitar), pois tem muita coisa que não vale a pena. Eu fiz uma planilha comparando os preços e, com exceção da câmera, só comprei aqueles no mÃnimo 35% mais baratos do que no Brasil. Caudalie e Embryolisse são marcas que valem muito a pena!
Versailles é uma das principais atrações para quem visita Paris e para os fãs do filme Marie Antoinette e da série Versailles. Apesar de ficar a apenas uma hora da cidade, é um passeio demorado e cansativo, que só vale a pena para quem for ficar uma semana ou mais na região.
No primeiro post de Paris contei sobre o Museum Pass e os passeios que fizemos com ele. Mas a cidade tem muito mais a oferecer! Tanto passeios grátis (tão legais quanto os pagos e essenciais para não voltarmos quebrados haha) como os lindos jardins, quanto atrações pagas como a famosa Torre Eiffel.
Assim como na viagem para New York, a minha guia/irmã recomendou a compra de um passe que dá direito à entrada de vários museus e atrações em Paris. Não só sai mais em conta do que comprar individualmente, como ainda te livra das filas das bilheterias. A ideia inicial era comprar o Paris Museum Pass (link) de 6 dias, mas acabamos deixando os passeios que não estavam inclusos no passe para o final da viagem e conseguimos comprar o de 4 dias.
O mês eterno até que passou rápido neste ano, não? Ter tirado duas semaninhas de férias definitivamente ajudou! Agora já estou pronta para a primavera. E para o verão. Para o Natal. E 2019. Vocês também sentem que de Setembro até o final do ano é um piscar de olhos ou só eu?
Nécessaire: palavra de origem francesa, significa necessário. Nem acredito que hoje estou indo com meu (ou minha, sei lá!) nécessaire para a terra do (ou da) nécessaire! Não, não é para a Praia do Francês, que visitei em Fevereiro. Daqui a pouco embarco para Paris, na minha primeira viagem para a Europa. É très chic que fala, né? E para comemorar, nada melhor do que levar apenas produtos de marcas francesas! Apesar de todo mundo só falar de K-beauty agora, não podemos nos esquecer dos percursores do skincare, quer dizer, soin visage.
Julho não foi bem como eu tinha imaginado. Não fiz nada de interessante nas três primeiras semanas porque estava com a cabeça no trabalho. Daà veio a festa de 30 anos da minha irmã (quem reconhece as flores?), depois o meu niver e cá estamos! Resolvi então escrever sobre o andamento dos meus desejos para o ano de 2018, que compartilhei no post 2017, o ano do nada.
Se você caiu de paraquedas por aqui, sugiro ler o post anterior, Férias em Alagoas - Parte I, primeiro! Hoje estou dando minha opinião sobre a gastronomia alagoana, a Praia do Francês, os passeios disponÃveis na região e qual deles eu e minha famÃlia decidimos fazer nestas mini férias!
Em fevereiro, passei 5 noites em Alagoas com a minha famÃlia. Escolhemos nos hospedar na Praia do Francês, que fica no municÃpio de Marechal Deodoro, a 1h do aeroporto. Neste post vou comentar sobre o público, o clima, o hotel no qual nos hospedamos e o atendimento alagoano. E no próximo post abordarei a gastronomia, a praia e os passeios. Mas antes, uma breve anedota da nossa primeira noite em Marechal...
Revisitei o post de Fevereiro do ano passado antes de escrever este mas lembrava muito bem de alguns acontecimentos, como o acidente de carro e os dias com os quartos interditados enquanto o piso era refeito. E guess what? Nenhum acidente, mas o piso foi refeito novamente e espero que pela última vez enquanto morarmos aqui!
Não sei vocês, mas eu estava com saudades do post Nécessaire de Viagem. E, após quase dois anos e meio, ele voltou! Antes de seguir lendo, relembre a primeira (Natal), a segunda (Chile) e a terceira edição (New York - inclui check-list para download). Desta vez a viagem é para a praia do Francês, em Alagoas! Vou passar cinco dias lá, então tentei ser mÃnima no meu nécessaire.
Agosto foi um mês difÃcil para a minha saúde mental. E esse eclipse no meio da minha TPM não ajudou. Depressiva, chateada, desmotivada, irritada são algumas palavras que definem como eu me senti neste mês. Faltei na academia, deixei de postar no blog, mas teve coisa boa também! Finalmente terminei de pagar meus armários do quarto e do banheiro e estou definindo minha escrivaninha/penteadeira!
Estava olhando o post Maio em 20 Frases, que escrevi no ano passado, e desejando ter comido duas vezes na Condimento e ter feito comprinhas na Zara neste maio também. Outra coisa que eu queria? Estar animada pela chegada de junho. Mas não estou, não só não tenho nada de interessante previsto para os próximos meses como sinto que eles serão piores do que os que passaram.




















